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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

JR no Ato da CUT contra as demissões

11/02/2009 na Praça do Patriarca, centro de São Paulo.

























segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Ato/panfletagem da JR contra o aumento da Tarifa do Metrô em SP

Ato-Panfletagem da Juventude Revolução contra o aumento da tarifa do Metrô e Trem de São Paulo, dia 09 de fevereiro no Valedo Anhagabaú e Praça da Sé.

























sábado, 7 de fevereiro de 2009

Ato em Cuiabá (dia 06 de fevereiro de 2009)

Ato em Cuiabá, em frente à MTU (Associação Matogrossense dos Transportadores Urbanos), em defesa do Passe-Livre Estudantil (que já foi conquistado em Cuiabá) e contra a burocratização na confecção da carteirinha do Passe-Livre.









JR envia a governos da Venezuela moção de repúdio ao assassinato dos trabalhadores da Mitisubishi da Venezuela

MOÇÃO DE REPÚDIO AO ASSASSINATO DOS TRABALHADORES DA MITISUBISHI DA VENEZUELA


Ao governador de Anzoátegui; e ao governo da Venezuela

A Juventude Revolução, organização de jovens que luta em defesa dos direitos dos filhos dos trabalhadores e pelo socialismo, repudia o brutal assassinato dos três trabalhadores da Mitsubishi da Venezuela.

É inaceitável a atuação da polícia estadual. Pedimos que seja tomada as mais duras medidas para punir os responsáveis.

Que crime cometeu os trabalhadores que ocuparam a fábrica em defesa de seus direitos e contra as demissões? É um crime defender os empregos? Não. Crime é atuação fascista da polícia, que atua como o braço armado da burguesia venezuelana que está desesperada com os rumos da revolução na América Latina.

Exigimos já:

- Fim da violência contra os trabalhadores da Mitsubishi ou quaisquer outros trabalhadores em luta!- Que todas as ações legais contra os trabalhadores sejam imediatamente suspensas!

- Investigação séria para apurar quem deu ordens para abrir fogo contra trabalhadores desarmados e que os responsáveis sejam punidos!

- Que o Governador de Anzoátegui, Tarek Willian Saab e o Presidente Hugo Chávez façam uma declaração pública sobre este incidente.

Todo apoio à luta dos trabalhadores venezuelanos e solidariedade de classe!

Viva a Revolução Venezuelana! E a luta pelo socialismo!

Brasil, São Paulo, 07 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Bush canta - O Velhinho

basta de repressão! Pelo monopolio estatal do Petróleo! fim dos leilões!

MOÇÃO CONTRA AÇÃO VIOLENTA DA POLÍCIA DURANTE MANIFESTAÇÃO DO PETRÓLEO NO RIO


As entidades abaixo assinadas vêm repudiar a violenta e desastrosa ação da polícia militar e da guarda municipal do Rio de Janeiro, que deixou cerca de 50 feridos e três pessoas detidas durante uma manifestação pacífica, por volta de meio dia, da quinta-feira dia 18/12, na Avenida Rio Branco, em protesto contra a 10ª Rodada de Licitação do Petróleo.

Depois de receberem uma ordem de despejo na noite do dia 17 para desocupar o Edifício Sede da Petrobrás, as 500 pessoas presentes na manifestação retornaram na manhã do dia 17, para a Candelária, que fica perto da Agência Nacional do Petróleo (ANP), responsável pela realização dos leilões das áreas petrolíferas. Em seguida, a manifestação prosseguiria pela Avenida Rio Branco, em direção à Cinelândia.

A violenta reação da Polícia Militar e da Guarda Municipal surpreendeu os manifestantes que foram espancados durante toda a caminhada pela Avenida Rio Branco. Até agora os organizadores da manifestação, convocada pelo Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás, que reúne dezenas de entidades, confirmam a detenção de três pessoas: Emanuel Cancella, coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro- RJ); Gualberto Tinoco (Piteu), da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas): Thaigo Lúcio Costa, estudante de jornalismo da Universidade de Santa Cecília, de Santos. Dentre os feridos, esteve hospitalizado, com um corte na cabeça, no Souza Aguiar, o diretor do Sindipetro-RJ Eduardo Henrique Soares da Costa. Um militante do MST quebrou o braço, ao ser espancado pela PM

Desde a ordem de despejo, vinda da presidência da Petrobrás os manifestantes sentiram a animosidade das forças de repressão, mas não esperavam ação tão agressiva, contra uma simples manifestação de protesto.

A ação absurda da polícia remonta à sombria época da ditadura militar, impedindo a liberdade de manifestação e o democrático direito de defesa da soberania nacional e dos recursos naturais brasileiros. Por esse motivo repudiamos a ação violenta da polícia, exigimos imediato fim da criminalização dos movimentos sociais e a urgente busca dos 4 (quatro) militantes desaparecidos até o momento.

JUVENTUDE REVOLUÇÃO

Organização de jovens da Esquerda Marxista